Trabalho infantil ilegal atinge mais de 58 mil crianças no Ceará, e Caririaçu está em (2°) lugar no Índice com (19,57%).
O Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT/CE) divulgou um levantamento sobre o trabalho infantil no Ceará, onde identificou mais de 58 mil crianças, entre 10 e 14 anos, trabalhando de forma ilegal nos municípios cearenses.
Segundo o procurador do trabalho, Antonio de Oliveira Lima, a cidade Deputado Irapuan Pinheiro, tem o maior índice de crianças trabalhando no Estado, com 23, 3% das crianças da cidade entre 10 e 14 anos, trabalhando. Outras quatro cidades registraram altos índices de trabalho infantil ilegal como Cruz (20,12%), Caririaçu (19,57%), Quiterianópolis (19,05%) e Salire (18,54%)
Mesmo que nem todos os casos de trabalho infantil se configurem como crime, o trabalho é considerado ilegal. Para ser considerado crime, segundo o promotor, o trabalho realizado pela criança tem que ser enquadrado como abuso, exploração ou trabalho pesado.
Por lei, é permitido que adolescentes de 14 anos possam trabalhar através do programa menor aprendiz, mas no Ceará, segundo o promotor, apenas 2% dos adolescente nessa faixa etária são menores aprendizes.
REDUÇÃO - Segundo o Ministério Público do Trabalho, entre 2000 e 2010, o Estado reduziu o número de crianças realizando trabalhos. O resultado teve base nos dados do último Censo, em 2010, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
De acordo com os dados do IBGE, em 2000, haviam 81.650 crianças e adolescentes entre 10 e 14 realizando trabalhos em situação irregular no Ceará. No país esse número chegava a 1.142.437. Em 2010, no novo censo, o número de crianças realizando trabalhos de forma ilegal era de 58.825. No país, o número caiu para 1.068.568.
CAMPANHA - Nesta terça-feira (5) o Ministério Público do Trabalho no Ceará lança a campanha "Vamos acabar com o Trabalho Infantil". A campanha terá uma cartilha que será lançado durante solenidade que acontecerá no Auditório do Centro de Treinamento do Banco do Nordeste (BNB). Participam do evento, além do Ministério Público, integrantes do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca).
Segundo o procurador do trabalho, Antonio de Oliveira Lima, a cidade Deputado Irapuan Pinheiro, tem o maior índice de crianças trabalhando no Estado, com 23, 3% das crianças da cidade entre 10 e 14 anos, trabalhando. Outras quatro cidades registraram altos índices de trabalho infantil ilegal como Cruz (20,12%), Caririaçu (19,57%), Quiterianópolis (19,05%) e Salire (18,54%)
Mesmo que nem todos os casos de trabalho infantil se configurem como crime, o trabalho é considerado ilegal. Para ser considerado crime, segundo o promotor, o trabalho realizado pela criança tem que ser enquadrado como abuso, exploração ou trabalho pesado.
Por lei, é permitido que adolescentes de 14 anos possam trabalhar através do programa menor aprendiz, mas no Ceará, segundo o promotor, apenas 2% dos adolescente nessa faixa etária são menores aprendizes.
REDUÇÃO - Segundo o Ministério Público do Trabalho, entre 2000 e 2010, o Estado reduziu o número de crianças realizando trabalhos. O resultado teve base nos dados do último Censo, em 2010, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
De acordo com os dados do IBGE, em 2000, haviam 81.650 crianças e adolescentes entre 10 e 14 realizando trabalhos em situação irregular no Ceará. No país esse número chegava a 1.142.437. Em 2010, no novo censo, o número de crianças realizando trabalhos de forma ilegal era de 58.825. No país, o número caiu para 1.068.568.
CAMPANHA - Nesta terça-feira (5) o Ministério Público do Trabalho no Ceará lança a campanha "Vamos acabar com o Trabalho Infantil". A campanha terá uma cartilha que será lançado durante solenidade que acontecerá no Auditório do Centro de Treinamento do Banco do Nordeste (BNB). Participam do evento, além do Ministério Público, integrantes do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca).

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